A quem interessar, estou escrevendo no Webtags http://webtags.com.br/
Por enquanto esse blog ficará inativo.
Espero vocês lá
A quem interessar, estou escrevendo no Webtags http://webtags.com.br/
Por enquanto esse blog ficará inativo.
Espero vocês lá
Quando você publica um conteúdo na web, (leia-se por conteúdo: texto, foto, áudio e/ou vídeo) está sujeito à apreciação, e em alguns casos ao julgamento, não somente dos seus amigos, mas de milhões de pessoas.
O nível de privacidade oferecido por redes sociais causam uma certa sensação de segurança, porém são facilmente burlados: pode-se retuitar o post de um amigo que tem as configurações bloqueadas no twitter, pode-se copiar as fotos da sua filha de um amigo e postar em sites de conteúdo adulto, enfim, como mostra o vídeo A Revolução das Mídias Sociais, o que acontece em Vegas, fica no Youtube, Facebok, Twitter,… Isto é, o privado pode se tornar público independente de sua vontade.
Texto originalmente postado no site Webtags.
[]s,
@teresafur
Ano passado, fiz um comentário no blog do Rafael Galdino, neste post, o que me oportunizou alguns contatos bem bacanas. No post, ele fala das habilidades tanto técnicas quanto pessoais para o sucesso deste profissional, abaixo minha contribuição para a discussão:
Quando falo em pesados investimentos, nem falo em dinheiro e sim tempo, vontade, interesse e profissionalismo, praticamente tudo que aprendi foi sozinha… (inclusive hoje trabalho como social media, e fui contratada somente pela experiência no blog)
Bem… parto do princípio que este profissional deve dominar alguns campos técnicos:
1) texto: escrever muito. E sobre tudo. Blogs pequenos normalmente apreciam participações e muitas vezes anunciam que estão procurando parceiros ocasionais (hoje eu estou escrevendo p 2 blogs da empresa, um portal feminino, o blog Elas/Eles e eventualmente blog pessoal e já teve épocas que escrevi para 6 blogs simultaneamente e semanalmente) Escrever é exercício, só se escreve bem, escrevendo. Não tem fórmula, mas achar um estilo que agrade e se espelhar no início pode ajudar.
2) áudio: só agrega ao trabalho. Um podcast bem feito pode fidelizar seu público. É necessário dominar ao menos um software básico de edição.
3) foto (vetor/imagem) – não precisa ser fotógrafo profissional, basta dominar as configurações de uma camera digital (com excelente resolução, por favor) e um pouco de bom gosto. Um software de vetorização (corel, illustrator,…) e de edição de imagem (photoshop, corel photopaint, gimp,..) fazem toda diferença para um trabalho fotográfico/vetorial bem feito.
4) vídeo: mesmo princípio da foto. Basta dominar as configurações da sua camera, seja do celular, da cam fotográfica e um software bom de edição. E, claro, sempre, bom gosto.
…ter sólidos conhecimentos em:
5) seo: entender como a otimização para os buscadores funciona, ajuda e muito os seu conteúdo a ser localizado. E vamos combinar, se estamos escrevendo algo na web, é pq queremos que alguém leia.
Não precisa fazer nenhum curso não, preciso mesmo é interesse, seguir alguns profissionais no twitter, assinar alguns feeds, trocar informações.
Estamos na era do compartilhamento de informações. Praticamente tudo que tu precisa saber está na rede.
6) design: alguém retorna visita a um site com design tosco? feio? de leitura ruim? cores mal trabalhadas?
E alguma idéia de:
7) programação: você como profissional de social media, vai precisar contratar gente para fazer um site, programar um blog, inevitavelmente. Programação não é sua função, mas de programadores picaretas e enrolões o mundo está cheio (como em qualquer profissão), você precisa saber o básico para não ser enganado/conseguir contratar pessoas/empresas qualificadas.
Para entender como funciona o dia de um profissional de Social Media é legal ler essa matéria: http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/10/02/a-geracao-y-no-trabalho-midias-sociais-etc-e-tal/
Enfim, essa é bem a parte “técnica” da coisa… outra hora falo da parte de características pessoais
[]s
@teresafur
Esta semana, durante minha aula de inglês mencionei a reportagem da VEJA “Do you speak google?” como forma de trazer uma informação interessante à professora e aos colegas e para minha (ingrata) surpresa, a professora me cortou no meio, me repreendendo pois acreditava ser algo que tiraria o emprego de muitos profissionais da área.
Confesso que fiquei chocada, nem tanto pela preocupação com sua carreira, mas pela falta de visão, pois essa ferramenta permite a quebra de barreiras culturais, comerciais e acadêmicas.
Acredito que por mais que haja evolução em qualquer área, ela nunca deixará de “existir”, cabe aos profissionais se adequarem e reinventar sua profissão.
Muito têm se falado sobre a inclusão da Classe C nas redes sociais e na queda do Orkut. Trabalho diretamente com esse público e o relacionamento nessa rede acontece quase que espontaneamente, enquanto nas outras ainda há uma certa dificuldade.
Acredito que o Orkut ainda dará muuuuuuito trabalho. No bom sentido hehe.
Boa semana,
@teresafur
Quando você trabalha com Marketing Digital, está sujeito a um dia chegar na sua estação de trabalho, abrir seu outlook e ver um email do google alerts lhe direcionando para conteúdo publicado por colaboradores. Ou por qualquer outro motivo topar com isso. E por melhor que seja sua empresa, um dia você vai se deparar com um conteúdo negativo. O que fazer?
Quando você contrata um funcionário novo, orienta sobre atitudes, postura, costumes, enfim, a cultura da empresa. Então, pq não comunicar a cultura online da empresa, ou criar, se ainda não tiver? É ilusão você querer controlar o que falam da sua empresa (leia sobre aqui), mas precisa deixar bem claro que atitude espera dos colaboradores quando falarem da empresa. Para isso você precisará documentar esse conjunto de atitudes que espera. Sugiro como inspiração o guideline da Intel. É bem completo e simples.
Bem, vamos ao que interessa e falar dos tipos de postagens negativas:
Negativa>Construtiva: aquele conteúdo, em que o colaborador questiona atitudes/decisões, ex: “o processo de economia de energia é bom para a empresa, mas para os funcionários que não podem fazer hora extra é péssimo” ou “a fusão da nossa empresa com a Y, está deixando todos tensos”.
Negativa>Destrutiva: conteúdo planejado para difamar a empresa, ex: “o processo de responsabilidade social da empresa é irreal”, ou um vídeo totalmente destrutivo como no caso da Domino’s.
Quando a postagem é Negativa>Construtiva, penso que a empresa deve responder pelo canal em que a postagem se encontra, assim que for detectado, avisando que irá averiguar o fato e retornará em no máximo 24h. Dentro dessas 24h, o superior deve conversar com o colaborador, tentando entender o pq da reclamação, se for pertinente, resolvendo, se não, explicando o pq daquele processo/decisão, ser importante. E após resolvido, dar um retorno dentro do canal da reclamação, conforme o que foi explicado para o colaborador.
Já quando a postagem é Destrutiva>Negativa, percebo como o último estágio do stress entre funcionário e empresa. Pq a pessoa não vai queimar somente a empresa e sim, ela mesma. Nesse caso, vale pedir ajuda de um psicólogo para ajudar no processo de decisão se ainda vale investir naquele funcionário.
Dica: se um colaborador postar uma reclamação nas redes sociais sem antes ter relatado a chefia direta, pode haver um sério problema de comunicação, hierarquia ou assédio moral na sua empresa. Do ponto de vista cliente, as pessoas esperam que sua empresa seja a melhor possível, não perfeita, mas sim, que haja respeito e retornos quando acontece um problema.
Deixo uma polêmica no ar: uma postagem negativa deve ou não ter punição da empresa?
Acho o primeiro post de um blog uma das coisas mais complicadas, então vou começar contando como cheguei até aqui. Há mais ou menos uns 3 anos comecei a ler sobre mídias sociais e me interessei muito sobre o assunto. Posso dizer que absorvi uma grande quantidade de conhecimento, que hoje serve de base para o trabalho que faço.
Publicitária de formação, marketeira de coração, estrategista por natureza e blogueira por ter muito o que falar, posso dizer que encontrei meu caminho nas mídias sociais, pois uniu tudo que gosto e antes parecia não haver conexão.
Passei por algumas das principais agências (off) gaúchas, marketing de algumas empresas e hoje gerencio o marketing digital de uma franqueadora de moda infantil. Há muito trabalho que fazer, o desafio é grande, mas também não esperava diferente. Há de se criar toda uma cultura digital, o que não acontece da noite pro dia.
Não sei quantos blogs já tive, perdi a conta faz tempo. Sempre tive interesses variados e os assuntos nem sempre cabiam na temática dos que tinha. Então resolvi criar este, para falar sobre ideias, teorias, constatações nessa empreitada digital, em que estamos embarcando. Estamos todos começando, e todo conhecimento compartilhado é válido. Espero poder colaborar ao menos um pouquinho e dar uma visão do lado cliente das mídias sociais